
Me cansei...
Me cansei de sofrer, de chorar e até de sorrir.
Cansei de esperar, de mascar e remoer alegrias passadas.
Cansei de lutar em guerra perdida ,
Como um único guerreiro que tenta com suas ultimas forças defender a honra de um império.
Não nasci para ser herói ,
Tão pouco para viver de esperanças...
Vivo de acontecimentos inesperados
E desenhados conforme os riscos e retas do destino.
Vivo de emoções a flor da pele!
E não de emoções platônicas escondidas num mundo das idéias,
Intocáveis, “insentíveis”, abstratas e distantes.
Sinto cada caco de um cristal quebrado me ferir contra o vento
E ninguém para me tirar da frente desse turbilhão de lembranças
Ou pelo menos me entregar um novo cristal,
Para que eu pare de velar o despedaçado...
Ainda se o cristal pudesse se refazer... E as esperanças não passam, mesmo com todo o lamento.
Cansei de esperar que me puxem, que me venha outro cristal e também que o vento pare.
Cansei desse mundo de feridas invisíveis aos olhos insensíveis.
Cansei de mostrar minhas cicatrizes e feridas aos sensíveis e espantá-los, por inseguranças.
Esperar que a magia do vento reconstrua meu cristal
E um dia, se bem me conheço, vou cansar de esperar também!
Me cansei de sofrer, de chorar e até de sorrir.
Cansei de esperar, de mascar e remoer alegrias passadas.
Cansei de lutar em guerra perdida ,
Como um único guerreiro que tenta com suas ultimas forças defender a honra de um império.
Não nasci para ser herói ,
Tão pouco para viver de esperanças...
Vivo de acontecimentos inesperados
E desenhados conforme os riscos e retas do destino.
Vivo de emoções a flor da pele!
E não de emoções platônicas escondidas num mundo das idéias,
Intocáveis, “insentíveis”, abstratas e distantes.
Sinto cada caco de um cristal quebrado me ferir contra o vento
E ninguém para me tirar da frente desse turbilhão de lembranças
Ou pelo menos me entregar um novo cristal,
Para que eu pare de velar o despedaçado...
Ainda se o cristal pudesse se refazer... E as esperanças não passam, mesmo com todo o lamento.
Cansei de esperar que me puxem, que me venha outro cristal e também que o vento pare.
Cansei desse mundo de feridas invisíveis aos olhos insensíveis.
Cansei de mostrar minhas cicatrizes e feridas aos sensíveis e espantá-los, por inseguranças.
Esperar que a magia do vento reconstrua meu cristal
E um dia, se bem me conheço, vou cansar de esperar também!
Fael d'CarvalhoO
Nenhum comentário:
Postar um comentário